Portugal: De volta ao começo da história
19 08 2008
Agradável o vôo da TAP, bom serviço, desde Paris até Lisboa.
No aeroporto, recebi informações honestas. Uma atendente, antes de me vender um voucher de táxi, perguntou-me sobre o hotel de destino. Sugeriu, então, que pegasse o transporte fora, pois seria mais barato. E foi mesmo, porque o hotel localiza-se nas proximidades do aeroporto.
Estranhei somente o café dos portugueses. É muito fraco, aguado mesmo, no estilo do chá-fé. Pelo menos, uma vantagem: não tem cafeína, afinal só colocam água mesmo.
Cheguei às 13:30h (9:30h fuso Brasil), encontrei um clima agradável e ensolarado. Nada de frio. Por aqui é verão.
Conheci a Biblioteca Nacional de Portugal, muito bem equipada, organizada. Deverei fazer, amanhã, a doação de um exemplar do livro “Memórias de um Pirata”.
Quem vier a Lisboa, e quiser ler o trabalho de Aluísio Azevedo, orgulhoso descendente de portugueses ilustres, agora já poderá fazê-lo na BNP. Tenho certeza que este gesto seria endossado por ele; e sinto-me imensamente orgulhoso de vir aqui, em seu nome, para fazer a entrega do livro.
Sei que está bem junto de mim, seguindo cada passo, desde o olhar atencioso sobre a região de Entre-Douro-e-Minho, lá da janela do avião, até a caminhada pelas ruas tranqüilas de Lisboa.
O lisboeta é um povo maduro, acolhedor, que gosta de brasileiros. Mas, fecha os estabelecimentos para o almoço, e até para passar as férias de verão. Muitas lojas na Avenida de Roma estavam de portas baixadas.
Descobri uma biblioteca especialmente dedicada aos livros de genealogia, e farei visita nesta quarta, às 15h.
De resto, elogios para o Hotel Lutécia, que entrega os bons serviços prometidos na internet, com simplicidade e qualidade. Acesso internet gratuito nos apartamentos, banheiro espaçoso, estrutura bem funcional e uma boa equip”a” profissional.
Amanhã, seguirei de carro para a Região do Minho.
Avante!
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